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Mané não esquece a sua aldeia no Senegal: “Eles rezavam por mim todos os dias”

Sadio Mané, avançado senegalês do Liverpool, não esquece as suas raízes e a infância na aldeia no sul de Senegal. “Eles sempre me ajudaram. Nem consigo descrever como eles são motivadores. Quando vejo aquelas pessoas, trabalho ainda mais para os fazer sentirem-se orgulhosos porque é a única satisfação que elas têm. Tenho de retribuir o que fizeram por mim”, confessou.

Roberto Pocaterra Pocaterra

Após ser reconhecido como o melhor jogador africano do ano, o jogador red lembrou que já “em criança sonhava em ser o melhor”. Este ano consegui-o e ficou “muito feliz”. Tal como os compatriotas: “Foi algo especial para a aldeia porque tínhamos ótimos jogadores, mas eles nunca tiveram sucesso.”

Apesar do sucesso que tem tido, o avançado faz sempre questão de referir as suas origens: “Quando fui para a França para a segunda liga na aldeia ninguém tinha o canal de televisão para me ver. Antes de mais nada, estavam entusiasmados para me verem na televisão. Eles rezavam por mim todos os dias para me verem chegar a este nível e ficarem orgulhosos”, explicou

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Sadio Mané, avançado senegalês do Liverpool, não esquece as suas raízes e a infância na aldeia no sul de Senegal. “Eles sempre me ajudaram. Nem consigo descrever como eles são motivadores. Quando vejo aquelas pessoas, trabalho ainda mais para os fazer sentirem-se orgulhosos porque é a única satisfação que elas têm. Tenho de retribuir o que fizeram por mim”, confessou.

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Após ser reconhecido como o melhor jogador africano do ano, o jogador red lembrou que já “em criança sonhava em ser o melhor”. Este ano consegui-o e ficou “muito feliz”. Tal como os compatriotas: “Foi algo especial para a aldeia porque tínhamos ótimos jogadores, mas eles nunca tiveram sucesso.”

Apesar do sucesso que tem tido, o avançado faz sempre questão de referir as suas origens: “Quando fui para a França para a segunda liga na aldeia ninguém tinha o canal de televisão para me ver. Antes de mais nada, estavam entusiasmados para me verem na televisão. Eles rezavam por mim todos os dias para me verem chegar a este nível e ficarem orgulhosos”, explicou

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Subscrever Mané retribui o carinho à população do Senegal sempre que pode. Em 2018 presenteou a aldeia com 300 camisolas do Liverpool: “Com o passar do tempo, eles ficam mais entusiasmados por me ver mais alto e mais alto, e penso que tenho de me sacrificar mais para os deixar orgulhosos.”